Equipe da LOUD centralizada na imagem. Ao fundo está o troféu do Valorant Champions.

Como a Loud conquistou o mundo no Valorant?

24 de abril de 2022. Reykjavík, na Islândia. A LOUD disputava a final do VCT 2022: Stage 1 Masters, campeonato mundial e semestral de Valorant. O adversário era a norte-americana OpTiC Gaming, derrotada pela LOUD na partida anterior. A OpTiC, porém, venceu a repescagem e estragou a festa brasileira na final em um 3 a 0 dominante. Um misto de orgulho e tristeza: a LOUD era top 2 do mundo.

18 de setembro de 2022. Istambul, na Turquia. A LOUD se encontra em uma situação como a anterior, mas no Mundial: o VALORANT Champions 2022. O time brasileiro venceu a OpTic na semi-final e se reencontraram na grande final, após a repescagem. Os torcedores brasileiros roíam os dedos de ansiedade. Mas desta vez o resultado foi outro: um 3 a 1 categórico para o Brasil. A LOUD é top 1 do mundo!

O campeão Felipe “Less” Basso resume bem essa evolução da equipe na entrevista final: “o segredo é errar, errar, tomar esporro e acertar”. Nada vem do dia para a noite. E a trajetória de uma das maiores conquistas do Brasil nos eSports não é diferente. Para contar essa história, porém, precisamos retroceder algum tempo.

Como tudo começou: Team Vikings

Voltamos um ano atrás. Mais precisamente para dezembro, quando aconteceu o VALORANT Champions 2021, o primeiro mundial da modalidade. O Brasil chegou em peso, com a maior quantidade de jogadores, 13, mesmo com o descrédito da região para alguns analistas internacionais. 

De fato, a competição foi um baque para as organizações brasileiras: não passaram da fase de grupos a Keyd Stars, a FURIA Esports e a Team Vikings. Essa última era a maior promessa do cenário brasileiro e possuía a base da futura LOUD: os jogadores Gustavo “Sacy” Rossi e Matias “Saadhak” Delipetro, além do treinador Matheus “bzkA” Tarasconi.

Team Vikings: Saadhak e Sacy são os últimos da esquerda para direita
Team Vikings: Saadhak e Sacy são os últimos da esquerda para direita. Foto: Team Vikings/reprodução

A Riot Games escolheu o Brasil como uma das 8 regiões do Valorant. No sistema de competições da empresa, todas as franquias credenciadas participam do calendário de torneios e do ranking de pontos do Valorant Champions Tour (VCT). 

Assim, as equipes disputam competições regionais, como o VCT Brasil, que dão vagas para torneios mundiais, organizados mais de uma vez por ano: o VCT Masters, hoje semestral. Os times recebem pontos pela colocação nos torneios para disputar o VALORANT Champions.

Com essa estrutura criada pela Riot, muitos jogadores de outros eSports migraram para o Valorant. É o caso de Sacy, figurinha carimbada do CBLOL, do argentino Saadhak, ex-jogador de Palladins, e de Bryan ‘pANcada’ Luna, vice-campeão de CrossFire.

Negociações com a LOUD

Após o retorno do Champions 2021, a Team Vikings foi desfeita, pois os contratos dos jogadores se encerraram. Dessa forma, Sacy e Saadhak se organizaram para formar a equipe ideal. 

Os veteranos escolheram três grandes promessas para fechar a formação: Bryan ‘pANcada’ Luna, que jogava Valorant pela Star Horizon; Erick ‘aspas’ Santos, sniper de 19 anos que já encantava pela Slick com tiros impossíveis; e Felipe “Less” Basso, que tinha apenas 16 anos quando entrou para a equipe. 

Junto com o coach bzkA, formou-se a união vitoriosa. Só restava uma organização de eSports para eles vestirem a camisa. Sacy e Saadhak foram verdadeiros líderes ao não cederem por propostas que quebrassem essa line. Até disputaram algumas competições sem organização.

Foi quando, em fevereiro de 2022, a LOUD anunciou a contratação da equipe. Já circulava um boato que a gigante brasileira de lifestyle gamer e competições de eSports, como LoL e Free Fire, estava interessada no FPS da Riot. Sacy e companhia foram o match perfeito.

Sucesso imediato

O início da LOUD no VCT Brasil não poderia ser melhor. Na primeira etapa, a equipe foi campeã invicta, só perdendo um mapa em 7 partidas. Se existia alguma desconfiança de aspas, Less e pancada, elas foram rapidamente evaporadas. Memes surgiam diariamente, como o “GIRA ASPAS!”

Só para você ter uma ideia do domínio da LOUD, a taxa de aproveitamento da equipe em mapas é de 95%. No ranking brasileiro do VCT, a equipe marcou 650 pontos, enquanto o segundo colocado, a Ninjas in Pyjamas, fez 225.

Dessa maneira, a equipe conseguiu a vaga para a VCT Masters na Islândia, ocasião em que perderam para a OpTic na grande final. É a primeira vez que a organização norte-americana se mostrou uma pedra no sapato da LOUD. Iniciou-se uma rivalidade.

Rivalidade com a OpTic

Também formada em fevereiro de 2022, OpTic Gaming reúne grandes players norte-americanos: Jaccob “yay” Whiteaker, talvez o jogador mais habilidoso do planeta; Victor Wong e sua mira confiável; e até mesmo o polêmico Pujan “FNS” Mehta se mostra um excelente capitão.

OpTic Gaming da esquerda para a direita: yay, chet, Victor, crashies, Marved e FNS
OpTic Gaming no Masters da Islândia/ Foto: Valorant Masters/Riot

Qual não foi a surpresa quando a LOUD e a OpTic caíram no mesmo grupo no Masters de Copenhagen, na Dinamarca, em julho. Após perder para a KRÜ Esports, a LOUD disputou a vida na competição contra a OpTic. 

A LOUD venceu o primeiro mapa, Ascent, por 13 a 8. Mas o que pareceria uma boa vantagem, logo desmoronou, principalmente graças a uma exibição primorosa de Marved, pela OpTic. Final de jogo: 2 a 1 para os norte-americanos. Os sul-americanos voltavam para a casa com um gosto amargo, mas não desacreditados.

A volta por cima

Ao voltar da Dinamarca, Sacy escreve “estou irreconhecível, literalmente tentando dar meu melhor na minha pior fase, tirar esse tempo pra me reencontrar antes da Champions”. A frustração era latente, mas igualmente forte era a vontade de se superar.

Assim a LOUD foi para o Champions. Muitos acreditavam que a boa fase estava de volta. Outros não apostaram muitas fichas. O caso mais célebre foi do narrador Lothar que classificou os brasileiros na prateleira D entre os competidores. Mesmo sem saber se ele falava sério ou não, o fato é que o acontecimento serviu de combustível para a LOUD e a torcida brasileira.

Após muita expectativa para a primeira partida, a LOUD venceu o time japonês ZETA por 2 a 0. No segundo jogo da fase de grupos, o time brasileiro se chocou novamente contra a OpTic. Novamente, sofreram a virada em um show de yay. Na partida que decidia a sobrevivência, a LOUD dominou mais uma vez a ZETA. Era o respiro necessário para os playoffs.

TOP 1 DO MUNDO!

O primeiro duelo do mata-mata foi contra os chilenos da Leviatán. O 2 a 0 da LOUD foi uma verdadeira aula de pancada, mas também mostrou a força do Valorant sul-americano. 

A próxima partida foi contra os coreanos da DRX, uma das grandes sensações do campeonato. O 2 a 0 foi mais difícil do que parece: um jogo estudado, que contou até com uma superstição do streamer mch. 

Empolgados pela vitória, a LOUD enfrentou a OpTic na semi-final. Dessa vez, o resultado foi diferente: a partida mais imponente da equipe brasileira. No segundo mapa, Ascent, a LOUD abriu 13 a 3. Os norte-americanos estavam visivelmente abalados, tiltados na linguagem gamer.

Como era esperado, a OpTic garantiram a vaga na final pela repescagem. O teatro estava armado: a tragédia brasileira iria se repetir ou dessa vez o destino guardava surpresas?

Na primeira partida da melhor de cinco, os sul-americanos buscaram a virada no 12 a 8. Liderados por Sacy, que matou 35 vezes, a LOUD fechou a Ascent por 15 a 13. Contudo, o segundo mapa, Bind, foi um balde de água fria: a OpTic terminou em 13 a 6.

A terceira partida foi o ponto alto da competição. As equipes jogaram seu melhor Valorant e alternaram diversas vezes na liderança. A torcida brasileira mal conseguia segurar a emoção a cada clutch de Sacy e aspas ou jogadas de extraordinárias de yay. O capitão Saadhak tomou decisões estratégicas únicas, que ajudaram a LOUD a vencer por 16 a 14. Ufa.

Embalados, a LOUD jogou solta na Haven. Less fez a partida da vida, inclusive realizando um ACE — quando um jogador mata todos os adversários — que entrou para a história. 13 a 5. Todos nós finalmente soltamos aquele grito entalado: É CAMPEÃO!

O título do Valorant Champions coroou uma história batalhadora de veteranos e promessas. O técnico bzkA foi o primeiro PCD campeão mundial. Uma trajetória linda em muitos sentidos. E o melhor: vai fortalecer nossa região e inspirar novos talentos.


A narrativa está longe de acabar: a Riot Games anunciou recentemente o calendário de competições para 2023 e o primeiro campeonato do ano, chamado Kick Off, será em São Paulo, entre fevereiro e março! Esse é o maior campeonato internacional até hoje, com 30 equipes de todo o mundo. Que venha o próximo capítulo!

Equipe da LOUD centralizada na imagem. Ao fundo está o troféu do Valorant Champions.

Como a Loud conquistou o mundo no Valorant?

24 de abril de 2022. Reykjavík, na Islândia. A LOUD disputava a final do VCT 2022: Stage 1 Masters, campeonato mundial e semestral de Valorant. O adversário era a norte-americana OpTiC Gaming, derrotada pela LOUD na partida anterior. A OpTiC, porém, venceu a repescagem e estragou a festa brasileira na final em um 3 a 0 dominante. Um misto de orgulho e tristeza: a LOUD era top 2 do mundo.

18 de setembro de 2022. Istambul, na Turquia. A LOUD se encontra em uma situação como a anterior, mas no Mundial: o VALORANT Champions 2022. O time brasileiro venceu a OpTic na semi-final e se reencontraram na grande final, após a repescagem. Os torcedores brasileiros roíam os dedos de ansiedade. Mas desta vez o resultado foi outro: um 3 a 1 categórico para o Brasil. A LOUD é top 1 do mundo!

O campeão Felipe “Less” Basso resume bem essa evolução da equipe na entrevista final: “o segredo é errar, errar, tomar esporro e acertar”. Nada vem do dia para a noite. E a trajetória de uma das maiores conquistas do Brasil nos eSports não é diferente. Para contar essa história, porém, precisamos retroceder algum tempo.

Como tudo começou: Team Vikings

Voltamos um ano atrás. Mais precisamente para dezembro, quando aconteceu o VALORANT Champions 2021, o primeiro mundial da modalidade. O Brasil chegou em peso, com a maior quantidade de jogadores, 13, mesmo com o descrédito da região para alguns analistas internacionais. 

De fato, a competição foi um baque para as organizações brasileiras: não passaram da fase de grupos a Keyd Stars, a FURIA Esports e a Team Vikings. Essa última era a maior promessa do cenário brasileiro e possuía a base da futura LOUD: os jogadores Gustavo “Sacy” Rossi e Matias “Saadhak” Delipetro, além do treinador Matheus “bzkA” Tarasconi.

Team Vikings: Saadhak e Sacy são os últimos da esquerda para direita
Team Vikings: Saadhak e Sacy são os últimos da esquerda para direita. Foto: Team Vikings/reprodução

A Riot Games escolheu o Brasil como uma das 8 regiões do Valorant. No sistema de competições da empresa, todas as franquias credenciadas participam do calendário de torneios e do ranking de pontos do Valorant Champions Tour (VCT). 

Assim, as equipes disputam competições regionais, como o VCT Brasil, que dão vagas para torneios mundiais, organizados mais de uma vez por ano: o VCT Masters, hoje semestral. Os times recebem pontos pela colocação nos torneios para disputar o VALORANT Champions.

Com essa estrutura criada pela Riot, muitos jogadores de outros eSports migraram para o Valorant. É o caso de Sacy, figurinha carimbada do CBLOL, do argentino Saadhak, ex-jogador de Palladins, e de Bryan ‘pANcada’ Luna, vice-campeão de CrossFire.

Negociações com a LOUD

Após o retorno do Champions 2021, a Team Vikings foi desfeita, pois os contratos dos jogadores se encerraram. Dessa forma, Sacy e Saadhak se organizaram para formar a equipe ideal. 

Os veteranos escolheram três grandes promessas para fechar a formação: Bryan ‘pANcada’ Luna, que jogava Valorant pela Star Horizon; Erick ‘aspas’ Santos, sniper de 19 anos que já encantava pela Slick com tiros impossíveis; e Felipe “Less” Basso, que tinha apenas 16 anos quando entrou para a equipe. 

Junto com o coach bzkA, formou-se a união vitoriosa. Só restava uma organização de eSports para eles vestirem a camisa. Sacy e Saadhak foram verdadeiros líderes ao não cederem por propostas que quebrassem essa line. Até disputaram algumas competições sem organização.

Foi quando, em fevereiro de 2022, a LOUD anunciou a contratação da equipe. Já circulava um boato que a gigante brasileira de lifestyle gamer e competições de eSports, como LoL e Free Fire, estava interessada no FPS da Riot. Sacy e companhia foram o match perfeito.

Sucesso imediato

O início da LOUD no VCT Brasil não poderia ser melhor. Na primeira etapa, a equipe foi campeã invicta, só perdendo um mapa em 7 partidas. Se existia alguma desconfiança de aspas, Less e pancada, elas foram rapidamente evaporadas. Memes surgiam diariamente, como o “GIRA ASPAS!”

Só para você ter uma ideia do domínio da LOUD, a taxa de aproveitamento da equipe em mapas é de 95%. No ranking brasileiro do VCT, a equipe marcou 650 pontos, enquanto o segundo colocado, a Ninjas in Pyjamas, fez 225.

Dessa maneira, a equipe conseguiu a vaga para a VCT Masters na Islândia, ocasião em que perderam para a OpTic na grande final. É a primeira vez que a organização norte-americana se mostrou uma pedra no sapato da LOUD. Iniciou-se uma rivalidade.

Rivalidade com a OpTic

Também formada em fevereiro de 2022, OpTic Gaming reúne grandes players norte-americanos: Jaccob “yay” Whiteaker, talvez o jogador mais habilidoso do planeta; Victor Wong e sua mira confiável; e até mesmo o polêmico Pujan “FNS” Mehta se mostra um excelente capitão.

OpTic Gaming da esquerda para a direita: yay, chet, Victor, crashies, Marved e FNS
OpTic Gaming no Masters da Islândia/ Foto: Valorant Masters/Riot

Qual não foi a surpresa quando a LOUD e a OpTic caíram no mesmo grupo no Masters de Copenhagen, na Dinamarca, em julho. Após perder para a KRÜ Esports, a LOUD disputou a vida na competição contra a OpTic. 

A LOUD venceu o primeiro mapa, Ascent, por 13 a 8. Mas o que pareceria uma boa vantagem, logo desmoronou, principalmente graças a uma exibição primorosa de Marved, pela OpTic. Final de jogo: 2 a 1 para os norte-americanos. Os sul-americanos voltavam para a casa com um gosto amargo, mas não desacreditados.

A volta por cima

Ao voltar da Dinamarca, Sacy escreve “estou irreconhecível, literalmente tentando dar meu melhor na minha pior fase, tirar esse tempo pra me reencontrar antes da Champions”. A frustração era latente, mas igualmente forte era a vontade de se superar.

Assim a LOUD foi para o Champions. Muitos acreditavam que a boa fase estava de volta. Outros não apostaram muitas fichas. O caso mais célebre foi do narrador Lothar que classificou os brasileiros na prateleira D entre os competidores. Mesmo sem saber se ele falava sério ou não, o fato é que o acontecimento serviu de combustível para a LOUD e a torcida brasileira.

Após muita expectativa para a primeira partida, a LOUD venceu o time japonês ZETA por 2 a 0. No segundo jogo da fase de grupos, o time brasileiro se chocou novamente contra a OpTic. Novamente, sofreram a virada em um show de yay. Na partida que decidia a sobrevivência, a LOUD dominou mais uma vez a ZETA. Era o respiro necessário para os playoffs.

TOP 1 DO MUNDO!

O primeiro duelo do mata-mata foi contra os chilenos da Leviatán. O 2 a 0 da LOUD foi uma verdadeira aula de pancada, mas também mostrou a força do Valorant sul-americano. 

A próxima partida foi contra os coreanos da DRX, uma das grandes sensações do campeonato. O 2 a 0 foi mais difícil do que parece: um jogo estudado, que contou até com uma superstição do streamer mch. 

Empolgados pela vitória, a LOUD enfrentou a OpTic na semi-final. Dessa vez, o resultado foi diferente: a partida mais imponente da equipe brasileira. No segundo mapa, Ascent, a LOUD abriu 13 a 3. Os norte-americanos estavam visivelmente abalados, tiltados na linguagem gamer.

Como era esperado, a OpTic garantiram a vaga na final pela repescagem. O teatro estava armado: a tragédia brasileira iria se repetir ou dessa vez o destino guardava surpresas?

Na primeira partida da melhor de cinco, os sul-americanos buscaram a virada no 12 a 8. Liderados por Sacy, que matou 35 vezes, a LOUD fechou a Ascent por 15 a 13. Contudo, o segundo mapa, Bind, foi um balde de água fria: a OpTic terminou em 13 a 6.

A terceira partida foi o ponto alto da competição. As equipes jogaram seu melhor Valorant e alternaram diversas vezes na liderança. A torcida brasileira mal conseguia segurar a emoção a cada clutch de Sacy e aspas ou jogadas de extraordinárias de yay. O capitão Saadhak tomou decisões estratégicas únicas, que ajudaram a LOUD a vencer por 16 a 14. Ufa.

Embalados, a LOUD jogou solta na Haven. Less fez a partida da vida, inclusive realizando um ACE — quando um jogador mata todos os adversários — que entrou para a história. 13 a 5. Todos nós finalmente soltamos aquele grito entalado: É CAMPEÃO!

O título do Valorant Champions coroou uma história batalhadora de veteranos e promessas. O técnico bzkA foi o primeiro PCD campeão mundial. Uma trajetória linda em muitos sentidos. E o melhor: vai fortalecer nossa região e inspirar novos talentos.


A narrativa está longe de acabar: a Riot Games anunciou recentemente o calendário de competições para 2023 e o primeiro campeonato do ano, chamado Kick Off, será em São Paulo, entre fevereiro e março! Esse é o maior campeonato internacional até hoje, com 30 equipes de todo o mundo. Que venha o próximo capítulo!

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